Segundo a Dra. Dayse Ketren Souza, o jejum pré-operatório é uma das orientações mais importantes antes de qualquer procedimento cirúrgico, mas muitas pessoas ainda não compreendem totalmente sua importância. Evitar alimentos e líquidos por um período antes da cirurgia não é uma simples recomendação, mas sim uma medida fundamental para garantir a segurança do paciente e o sucesso do procedimento.
Quer entender como o jejum pré-operatório afeta diretamente sua saúde e segurança durante uma cirurgia? Continue lendo para descobrir por que seguir essa recomendação pode ser decisivo para uma recuperação tranquila e sem complicações.
Por que não se pode comer antes de uma cirurgia?
O jejum pré-operatório é uma prática essencial para garantir a segurança do paciente durante a cirurgia. Quando o estômago está cheio de alimentos, o risco de aspirar conteúdo gástrico para os pulmões durante a anestesia aumenta significativamente, o que pode causar complicações graves como pneumonia ou obstrução das vias aéreas. Por isso, os médicos orientam que o paciente permaneça em jejum por um período determinado antes do procedimento.
Além disso, Dayse Ketren Souza ainda ressalta que o jejum evita que o sistema digestivo esteja ativo enquanto o corpo está sendo submetido a medicamentos anestésicos. A anestesia pode retardar o processo digestivo, e alimentos no estômago podem interferir na absorção e na eficácia dos medicamentos. Dessa forma, a recomendação de jejum visa criar um ambiente seguro e controlado para a cirurgia.
Quais são os riscos de ignorar o jejum pré-operatório?
Ignorar o jejum pré-operatório pode acarretar sérios riscos à saúde do paciente. A ingestão de alimentos antes de uma cirurgia aumenta as chances de complicações como a regurgitação do conteúdo gástrico, o que pode levar à aspiração pulmonar. Isso, por sua vez, pode causar infecções respiratórias graves e dificultar a recuperação pós-cirúrgica, conforme explica a Dra. Dayse Ketren Souza.

Outro risco é o aumento da pressão intra-abdominal durante a cirurgia, o que pode comprometer a ventilação e dificultar o processo de intubação. Além disso, alimentos no estômago podem interagir com a anestesia, gerando efeitos indesejados, como náuseas e vômitos, prejudicando a segurança do procedimento. Portanto, seguir as orientações médicas quanto ao jejum é fundamental para reduzir esses riscos.
Como o jejum afeta a anestesia e a recuperação?
O jejum pré-operatório desempenha um papel importante na eficácia da anestesia. Quando o estômago está vazio, o risco de refluxo gástrico durante a administração da anestesia diminui consideravelmente. Isso torna o processo mais seguro, pois permite que os medicamentos anestésicos sejam administrados de forma controlada e eficaz. Além disso, um estômago vazio ajuda a prevenir complicações respiratórias que podem surgir durante a indução da anestesia.
Em relação à recuperação, o jejum também contribui para uma melhor resposta do organismo após a cirurgia. Dayse Ketren Souza ainda menciona que com o estômago vazio, o risco de complicações como náuseas e vômitos pós-operatórios é reduzido, o que facilita o processo de recuperação. Quando as orientações de jejum são seguidas corretamente, o paciente tende a se recuperar mais rapidamente e com menos complicações.
Jejum como garantia de segurança e recuperação eficiente
Em resumo, a Dra. Dayse Ketren Souza deixa claro que o jejum pré-operatório é uma medida crucial para garantir a segurança do paciente durante a cirurgia, prevenindo complicações graves e assegurando uma anestesia eficaz. Ignorar essa recomendação pode aumentar os riscos de aspiração, infecções respiratórias e complicações durante a anestesia. Por isso, seguir rigorosamente as orientações de jejum não apenas evita riscos, mas também facilita uma recuperação pós-cirúrgica mais tranquila e eficiente.
Autor: Smirnova britovitzk
Fonte: Assessoria de Comunicação de Saftec Digital